O campeonato é fraco tecnicamente, mas tricolores e rubro-negros encaram o título como o mais importante objetivo da temporada. O Vitória não conquista um estadual desde 2010, e vê no Baiano uma forma de dar ao torcedor o gostinho de gritar “é campeão” de novo. O Bahia quer amenizar a conturbada relação com seu torcedor levantando novamente a (pesada) taça da competição e transformar o time de novo no “melhor Bahia dos últimos tempos do último final de semana”.
Pensando no BaVi, o Bahia mandou até time “B” para Lucas do Rio Verde, onde enfrenta o Luverdense-MT pela Copa do Brasil. Até Thuram foi relacionado. Expediente que o Vitória deverá adotar no dia 15, quando visita o Salgueiro. A segunda principal competição do país ficou em segundo plano em Salvador, em detrimento ao Estadual. O Campeonato Baiano virou subterfúgio para as diretorias de ambos os clubes.
Logicamente que Bahia e Vitória não podem desprezar o Campeonato Baiano a partir do momento em que aceitam participar dele. As campanhas ruins na Copa do Nordeste transformaram o Estadual numa espécie de “Mundial de Clubes”. O problema é que o título pode trazer consequências desastrosas, caso não seja encarado como uma simples obrigação de quem tem orçamentos infinitamente superiores aos dos outros dez clubes. O Brasileirão vem aí. Não custa nada lembrar

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